Foto: Luiz Guilherme/Sidnei Bronka

Na manhã desta sexta-feira (11), aconteceu na sede do 3º BPM (Batalhão da Polícia Militar), em Dourados, coletiva de imprensa sobre o treinamento de ontem (10), que mobilizou a segurança pública para um possível assalto a banco, como ocorreu em Criciúma (SC).

A simulação aconteceu a uma agência bancária de Dourados, localizada na região central da cidade.

Participaram agentes da Polícia Militar, Guarda Municipal, Batalhão de Operações Especiais (Bope), PRF (Polícia Rodoviária Federal), Polícia Federal e Polícia Civil. O treinamento, segundo as autoridades, já acontece em outros municípios como Costa Rica, Três Lagoas e Campo Grande.

As saídas da cidade foram fechadas, e os agentes não sabiam o momento que deveriam começar a atuar.

Rodolfo Daltro, delegado do SIG (Setor de Investigações Gerais) destacou a união e comunicação entre as forças policiais e a sensação de segurança que a população precisa ter.

“Houve uma grande comunicação, sintonia e sincronia entre as forças envolvidas, e com essa simulação, nós tentamos passar para a população que a segurança pública em Dourados está preparada para qualquer eventualidade. Até mesmo para que cada vida seja preservada num possível atentado como o de Criciúma”, disse.

Lupércio Degerone, delegado Regional de Dourados, comparou Dourados ao porte de Criciúma e que o município pode ser alvo de criminosos, no entanto, ressaltou que até o momento, não há investigações que coloque o município em alerta.

“Sabemos que a quadrilha que agiu em Criciúma pertence a uma facção, e no Brasil, há muitas facções atuando por todo o país. Tomamos como exemplo a forma pela qual os policiais foram pegos de surpresa, e realizamos uma semana de treinamento. Realizamos vários estudos e planejamentos, até porquê, o crime evolui e a segurança pública também precisa evoluir”, enfatizou.