AGEPEN diz que trabalhou junto com o DRACCO na Operação La Catedral

Em nota emitida na manhã desta quinta-feira (6), a AGEPEN esclarece que a Operação La Catedral, desencadeada pela Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO), que prendeu e afastou das funções cinco policiais penais do Presídio Ricardo Brandão, contou a colaboração da Corregedoria-Geral do órgão.

De acordo com o que foi enviado para a reportagem, em meados de 2021 chegou ao conhecimento da Direção Geral e da Corregedoria a ocorrência de apreensão de grande quantidade de bebidas dentro de uma das celas do presídio e dois dias depois hoje a fuga de dois presos que estavam envolvidos na comercialização da bebida.

A Corregedoria iniciou então uma Correição Extraordinária para apurar os fatos e o resultado da investigação foi repassado para o DRACCO que foi em busca de materialidade dos fatos que levaram a operação da manhã desta quinta-feira.

Ainda segundo a nota, a AGEPEN já havia adotado medidas administrativas cabíveis, com afastamento dos envolvidos do trabalho na unidade penal, desde a identificação das condutas irregulares.

“A AGEPEN destaca que tem atuado firmemente, por meio de sua Corregedoria-Geral, com o objetivo de promover medidas preventivas e de ordem disciplinar, a fim de combater condutas infracionais por seus servidores, fomentando o trabalho íntegro e idôneo, com transparência, ética e imparcialidade”, finaliza o documento.

Os servidores investigados que não tiveram os nomes divulgados, foram afastados de suas funções e presos. Eles serão encaminhados para o Centro de Triagem de Campo Grande.

Os policiais penais são acusados de facilitar a fuga de presos do Ricardo Brandão.(Foto: Reprodução)
Pax Primavera
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