Heberton da Silva Barros, 33 anos, o “Betinho”, executado a tiros na noite de ontem (13), em Dourados, é o sexto preso do regime semiaberto a ser assassinado nos últimos dias. Ele contava com um ‘rosário’ de crimes, os quais ocupam três páginas com anotações criminais.

Entre elas, a autoria de dois homicídios, tentativa, tráfico de entorpecentes, porte ilegal de arma, lesão corporal e crime de trânsito. Em 2016, Heberton já havia sofrido um atentado.

“Betinho” foi assassinado juntamente com sua esposa, identificada como Gláucia Luciano, de 29 anos, na Rua José Valério, no bairro Parque das Nações. Eles chegaram em uma Saveiro preta e ao descerem, foram surpreendidos por um indivíduo que realizou os disparos e depois fugiu a pé.

Matança

Essa execução pode indicar o andamento de guerra envolvendo integrantes de facções. É o sexto assassinato dessa natureza, sendo que a última, aconteceu ainda na madrugada de domingo, em que um casal foi executado com mais de 100 tiros de fuzil em Ponta Porã.

Wellington Bruno Alves, morto juntamente com a esposa Daiane Dias Constanci, era condenado por tráfico após ter sido preso em Campo Grande pela Polícia Rodoviária Federal, com um carregamento de maconha.

Em outubro, conseguiu ser transferido para o Presídio Semiaberto de Ponta Porã.

Os homicídios anteriores ocorreram em Campo Grande, um deles, quase no portão da Casa do Albergado, na Vila Sobrinho. Outro aconteceu na periferia da cidade e o mais recente, no Núcleo Industrial.

Nenhum dos crimes teve autoria definida.