“Há muito silêncio da parte pública”, diz pré-candidato Rhiad sobre violência na fronteira

Em entrevista concedida nesta semana para uma rede de rádios do interior do Estado, o pré-candidato a deputado estadual pelo União Brasil, Rhiad Abdulahad, disse que “há muito silêncio da parte pública” a respeito da violência na região de fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, principalmente no município de Ponta Porã onde ele nasceu. A segurança pública é uma das três áreas que o advogado considera essenciais e a qual pretende trabalhar caso seja eleito para uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa.

“Outro dia, o prefeito da cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero foi assassinado. Há muito silêncio da nossa parte sobre essa onda do crime. O entendimento é que tem que ser colocado e cobrado”, comentou Rhiad, completando que as outras duas bandeiras caso seja eleito são: a saúde pública e a questão tributária.

O advogado declarou que foi candidato à vice-prefeito de Campo Grande em 2020 ao enxergar que era o momento de colocar seu nome à disposição para tentar melhorar a vida das pessoas que moram na Capital. “No entanto, essa não foi a minha primeira atuação na política. Na Faculdade de Direito, participei do Diretório Acadêmico e, além disso, minha mãe, Neli Abdulahad, é vereadora em Ponta Porã, estando no seu 2º mandato. Em 2018, também atuei como tesoureiro do diretório municipal do extinto PSL e atual União Brasil”, informou.

Como operador do Direito, o pré-candidato a deputado estadual também trabalhou politicamente. “Na época dos protestos dos caminhoneiros, quando o Brasil passava por uma transição muito forte na política, auxiliei a categoria com um habeas corpus. Enfim, sempre tive também dentro da advocacia essa parte de contribuir com a sociedade”, garantiu.

Rhiad acredita que, quanto mais candidaturas de bons nomes da sociedade em geral, melhor será para Mato Grosso do Sul. “Nós sabemos que aconteceu isso no Estado, onde tentaram fazer uma eleição sem nomes fortes para vencerem por WO. No entanto, a União Brasil não vai se prestar a esse serviço. O eleitor sul-mato-grossense merece alternativas”, finalizou.

O pré-candidato cobra mais empenho das autoridades no combate a violência.(Foto: Assessoria)
Veja também