Foi unânime a decisão do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), em manter o indeferimento, isto é, a reprovação, da candidatura do patriota Ronaldo Franco à prefeitura de Ponta Porã.

Documentos do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) revelam que Ronaldo recebeu R$ 2 mil num depósito do Previporã (Instituto de Previdência Social de Ponta Porã), porém sem autorização ou justificativa legal, fato considerado pela Justiça, como desvio de recursos públicos (improbidade administrativa).

A juíza Monique Marchioli pontuou que Ronaldo Franco foi condenado em 9 de setembro de 2020 por ato de improbidade administrativa, sendo assim, ficou determinado a suspensão dos direitos políticos, isto é, inelegível, por oito anos.

Na manhã desta terça-feira (10), a reportagem entrou em contato via mensagem e ligação com Ronaldo Franco, mas ele não respondeu e não atendeu.