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Mortos em confronto na fronteira podem ter relação com homicídios

Membros de uma suposta organização criminosa mortos em confronto com policiais do Garras (Delegacia Especializada Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestro) e Polícia Civil, poderiam estar envolvidos em dois recentes homicídios que aconteceram no Distrito de Sanga Puitã, em Ponta Porã, e também na Linha Internacional com o Paraguai.

Dos oitos mortos, apenas um foi identificado como sendo Oscar Prieto Davalo, de 23 anos.

De acordo com a polícia, o confronto teve início quando a equipe identificou a residência que seria utilizada pelo grupo criminoso, localizada no Bairro Julia Cardinal, próximo a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems).

No local, os agentes notaram movimentação dos indivíduos, alguns armados. Após as investigações, foi constatado que a casa era utilizada como esconderijo para armamento de grosso calibre, inclusive, foram encontrados dois fuzis 762, duas pistolas Glock – 9mm e dois revólveres calibre 38.

Informações policiais apontam que ao procederem a entrada tática, as equipes da Polícia Civil foram recebidas a tiros, momento em que iniciou o conflito armado. Após intensa troca de tiros, seis indivíduos foram feridos. Eles foram socorridos ao Hospital Regional, mas não resistiram.

Outros dois homens conseguiram fugir do local, porém, foram mortos em confronto com policiais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira).

A perícia técnica foi acionada e o Delegado Alcides Bruno Braun está no local acompanhando os procedimentos.

Os corpos foram encaminhados ao IML (Instituto Médico Legal) para a identificação e realização de exame necroscópico.

Pax Primavera
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