Polícia Militar apreende maconha e coca na Capital

Mais de 25 quilos de maconha e cinco de cocaína foram apreendidos por policiais militares do Batalhão de Choque – Canil e Pelotão Nova Lima, entre a noite de quinta (17), e madrugada desta sexta-feira (18), em Campo Grande. Duas pessoas foram presas.

As duas apreensões aconteceram no terminal rodoviário alternativo, na rua Naviraí, Vila Margarida. Em vistoria a passageiros e bagagens de ônibus, foram encontrados dez tabletes de maconha na mochila de um jovem identificado apenas como Gustavo, de 18 anos.

Em seguida, o cão farejador sinalizou para a existência de mais maconha na bagagem externa do passageiro, onde haviam 11 tabletes da droga, totalizando 18,310 quilos. Gustavo disse que saiu de Tangará da Serra (MT), com destino a Dourados, onde comprou o entorpecente em uma praça, por menos de R$ 6 mil.

Tempo depois, a equipe abordou uma passageira identificada como Larissa, de 26 anos, que embarcaria para Goiânia e ao notar os policiais, se mostrou extremamente nervosa. Na bagagem dela, haviam oito tabletes de maconha que pesaram 5,670 quilos.

Ela disse que recebeu o ilícito no bairro Oliveira 2, na Capital, de uma mulher de presidiário, para levar até GO por R$ 3,5 mil.

Nos dois casos a droga foi entregue na Denar e as pessoas autuadas na Depac-Centro.

No Nova Lima, cocaína

Policiais militares em patrulhamento pela rua Padre Antônio Franco, suspeitaram do condutor de um Fiat Uno com placas de São Paulo, que ao notar o carro da polícia fez uma manobra brusca. O motorista recebeu ordem, porém fugiu em alta velocidade, sendo alcançado e abordado já nas proximidades da Cônsul Assaf Trad.

Segundo o boletim de ocorrência, durante o trajeto, ele teria jogado alguma coisa pela janela.

Com Guilherme e a mulher, nada foram encontrados. Mas ao vistoriar a região para localizar o que ele havia jogado fora, com ajuda do cão farejador, os agentes encontraram uma sacola com cinco tabletes de cocaína, que pesaram 5,180 quilos.

Guilherme disse que era o dono da droga e teria comprado por R$ 12 mil, o quilo e revenderia a R$ 17 mil. No momento da abordagem, ele estava indo entregar a droga.

A mulher não teria conhecimento do caso e não foi presa. Detalhes de quem seria o fornecedor ou quem receberia, não foram revelados.

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